O poeta pena quando cai o pano e o pano cai. Um sorriso por ingresso. Falta assunto, falta acesso. Talento traduzido em cédula. E a cédula tronco é a cédula mãe solteira. O poeta pena quando cai o pano e o pano cai. Acordes em oferta, cordel em promoção. A Prosa presa em papel de bala, música rara em liquidação. E quando o nó cegar, deixa desatar em nós. Solta a prosa presa, a Luz acesa. Lá se dorme um Sol em mim menor. Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior! (O Teatro Mágico)